Apenas metáforas indescritíveis.

Vazias, entretanto, cheia de recordações indesejáveis.

Como são pequenos e oportunistas.

Se falassem em outra linguagem.

Seriam os sinais das perdições polivalentes.

Ridículos vossos olhares.

Sereis sempre amontados delíricos aos sonhos.

Desnecessários a eternidade.

O tamanho das suas possibilidades.

Coletividades inúteis.

Enganam seus pares intermináveis.

Como matilhas improdutivas ao solo.

O que devo dizer a não serem suas fantasias.

Outros mundos imaginados.

Tenho vergonha das vossas sombras.

Qualquer um sendo superior conheceria as vossas insignificâncias.

Falsas finesas, destruidoras de ideologias sadias.

Se pudesse dizer com clareza.

Se não fossem as demagogias propositadas.

Não conseguem disfarçar Frenologicamente.

Impuros os vossos passos.

Entretanto, residem pelo lado de cá.

Enquanto, o sol não descer por baixo da terra.

Sereis, para sempre não recomendáveis.

Professor: Edjar Dias de Vasconcelos.

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