Cristiano de Assis Silva[1]

Noslaine da Conceição Sant’Anna Celestino²

RESUMO 

Por grande tempo pesquisadores e estudiosos buscam explicações e soluções para o desempenho cognitivo em crianças e adolescentes. Não é raro observar professores desmotivados com o baixo índice de aprendizagem de seus alunos, dificuldades e stress gerado devido fracasso escolar, repetência e desistência de seus alunados. Percebemos então que vários fatores e situações são de extrema importância para o desenvolvimento cognitivo dos educandos como horário de refeições incorretos, jejuns prolongados e ausência de alimentação dessa forma temos através de relatos de autores correlacionando esses fatores e mostrando o papel fundamental e importância da alimentação escolar correta para um bom rendimento escolar e processo cognitivo dos alunos. O objetivo deste é contribuir cientificamente e desenvolver um olhar crítico para a alimentação escolar expondo o jejum como fator importante para desestimulo, stress, dificuldade de aprendizagem entre outros, ressalto ainda para intervenção diante de autoridades públicas responsáveis pela alimentação escolar, visando aliar-se ao desenvolvimento do discente e ao processo ensino aprendizagem daqueles que estudam nas instituições de ensino. A metodologia científica utilizada será revisão bibliográfica e questionário quantitativo fechado contendo 04 questões para parâmetros preenchido pelos próprios discente da escola de zona Rural de Guarapari, E.S. A população de amostra foram 110 alunos de 8º ano do ensino fundamental e do 1º, 2º e 3º ano do ensino médio do turno vespertino do ensino fundamental II e ensino médio, de ambos os sexos, sendo 51 do sexo masculino e 59 do sexo feminino e com faixa etária de idade entre 12 e 32 anos, alfabetizados de vários padrões socioeconômicos, variadas etnias, várias culturas e diversidades variadas, desta amostragem possuíam 02 alunos com patologias e laudos descrito como especiais, que estão devidamente matriculados no ano de 2016 na instituição de ensino estadual citada, estes residenciados em vários bairros diversos situados no município de Guarapari, com várias classes socioeconômicas. E conseguiu-se verificar a importância direta e indireta de situações inerentes aos discentes de se alimentarem de forma correta em horários corretos, enfatizando como o período prolongado de jejum gera desgaste, cansaço e stress atrapalhando o desenvolvimento escolar e o processo ensino aprendizagem devendo ressaltar a importância de atuação de mecanismo que melhorem a situação alimentar e diminuição de jejum prolongado, contatou-se que quantidades significativas de alunos sentem a necessidade de uma alimentação em horários do cotidiano escolar desde saída de residência até horário de recreio ou intervalo da instituição de ensino e que dessa forma diminuir o stress, fadiga, desestimulo, desinteresse, apatia, e desistência gerado por todo cotidiano alimentar devido suas necessidades fisiológicas inerente ao desgaste do jejum no período em que se encontra em uma instituição escolar.

INTRODUÇÃO         

O organismo humano necessita receber através da alimentação 40 a 45 elementos indispensáveis para seu bom desenvolvimento. No adolescente, o déficit de um ou mais nutriente causa prejuízo a algumas funções orgânicas, levando ao aparecimento de doenças, e tendo como conseqüência um indivíduo menos produtivo e incapacitado para determinadas atividades, inclusive na escola. (MATIAS, et al. 2004).

Durante a etapa escolar, a fase entre os seis aos doze anos, o crescimento é caracterizado como lento e constante. Este é um grupo etário que tem suas próprias necessidades nutricionais diferindo das outras fases de crescimento, pois nesta fase a criança tem novas funções que requerem maior quantidade energética com aporte vitamínica e mineral adequado (ACCIOLY, SAUNDER, LACERDA, 2004).

A escola desempenha importante papel na formação dos hábitos alimentares, visto que é nesse ambiente que substancial proporção de crianças e adolescentes permanece por expressivo período de tempo diário. Contudo, os programas de educação nutricional devem ir além das atividades em sala de aula. É fundamental que a escola propicie condições de concretização dos conceitos relativos ao tema, apresentados aos alunos. Nesse contexto, pode-se perceber a importância que os serviços de alimentação disponíveis no ambiente escolar deveriam assumir principalmente no que se refere ao fornecimento/comercialização de alimentos e refeições adequados do ponto de vista nutricional, sanitário e, além desses aspectos, buscando o atendimento às preferências dos alunos.  A infância corresponde ao período de formação dos hábitos, pois é nessa fase que se constrói a base para os hábitos nutricionais da vida adulta. Para o indivíduo o contexto sociocultural em que se desenvolvem seus costumes é de vital importância, posto que, é nessa fase que se fundam as bases para uma alimentação balanceada e saudável. O homem, enquanto agente ativo de sua história e em contínua transformação, relaciona-se com a alimentação em todas as fases da vida e constrói seus hábitos, representações e significados alimentares como resultado das interações culturais, biológicas, econômicas e sociais (POULAIN, 2004). Na escola, para que o trabalho do nutricionista seja, de fato, educativo, é necessário que se estabeleça uma relação de diálogo entre o saber popular e o saber técnico, rompendo com o tradicional modelo tecnicista de intervenção, aquele que tem por objetivo a mudança de comportamento da clientela atendida por meio da transmissão de normas. É necessário que esse diálogo ajude a "deslindar os processos de determinação da problemática a ser enfrentada, chegando, se possível, às causas básicas do processo", como afirma Valente (1989) ao discutir os processos educativos em nutrição, e ainda possibilite o desenvolvimento das aptidões pessoais, contribuindo para a conquista de melhores condições de vida e trabalho.

O objetivo deste é contribuir cientificamente e desenvolver um olhar crítico para a alimentação escolar expondo o jejum como fator importante para desestimulo, stress, dificuldade de aprendizagem entre outros, ressalto ainda para intervenção diante de autoridades públicas responsáveis pela alimentação escolar, visando aliar-se ao desenvolvimento do discente e ao processo ensino aprendizagem daqueles que estudam nas instituições de ensino.

A metodologia científica utilizada será revisão bibliográfica e questionário quantitativo fechado contendo 04 questões para parâmetros preenchido pelos próprios discente da escola de zona Rural de Guarapari, E.S. A população de amostra foram 110 alunos de 8º ano do ensino fundamental e do 1º, 2º e 3º ano do ensino médio do turno vespertino do ensino fundamental II e ensino médio, de ambos os sexos, sendo 51 do sexo masculino e 59 do sexo feminino e com faixa etária de idade entre 12 e 32 anos, alfabetizados de vários padrões socioeconômicos, variadas etnias, varias culturas e diversidades variadas, desta amostragem possuíam 02 alunos com patologias e laudos descrito como especiais, que estão devidamente matriculados no ano de 2016 na instituição de ensino estadual citada, estes residenciados em vários bairros diversos situados no município de Guarapari, com várias classes socioeconômicas.

A IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR

É comprovado comprovada em inúmeros estudos e pesquisas. O Ministério da Saúde (2008) em seu site cita um trabalho da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), publicado em 2003, revela que, para 50% dos alunos da região Nordeste, a alimentação escolar é considerada a principal refeição do dia. Na região Norte este índice é de 56%. A má qualidade da alimentação nas escolas, no entanto, é um dos principais fatores que comprometem a segurança alimentar da população jovem brasileira. Os mais recentes dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância e a Adolescência (UNICEF) revelam que 45% das crianças de até cinco anos no país apresentam quadro de desnutrição. Outros levantamentos apontam uma crescente incidência de casos de obesidade infantil, decorrente, em grande parte, da mudança de hábitos alimentares dos jovens em direção ao consumo diário das chamadas fast-foods e dos produtos vendidos em cantinas escolares, tais como refrigerantes, salgadinhos e frituras.

Diante dessa realidade, a ação Fome Zero considera que uma alimentação escolar de qualidade é um instrumento fundamental para a recuperação de hábitos alimentares saudáveis e, sobretudo, para a promoção da segurança alimentar das crianças e jovens do Brasil. E acredita principalmente que promover uma alimentação de qualidade é trabalhar por uma melhor educação pública no país, porque bons níveis educacionais também são resultados de alunos bem alimentados e aptos a desenvolver todo seu potencial de aprendizagem. Uma alimentação saudável e nutritiva é, nesse sentido, base para crescimento das gerações que construirão o futuro deste país (MS, 2008).

OLHAR CRÍTICO E PEDAGÓGICO PARA A MERENDA ESCOLAR

A merenda na escola pública é afirmativa do melhor rendimento escolar diante daquela que chamamos a "fome do dia". Não se tratando de resolver a condição de desnutrição e conhecendo os efeitos das sensações da fome, tanto sobre a disponibilidade escolar quanto sobre o sentimento de cidadania, caberá à escola oferecer uma merenda nutricionalmente adequada e na forma de uma refeição coletiva, especialmente na chegada da criança à escola em lugar de no intervalo das aulas, para captar o máximo incentivo da criança aos desafios de uma resposta intelectual aos problemas pedagógicos. Alimentando-se na chegada, a criança entra em aula sem estar sentindo fome e pode manter-se livre de seus efeitos durante aquele período (CECCIM, 1995).

 A desnutrição infantil, determinada pela pobreza, tem no retardo do crescimento o seu reflexo mais evidente, sendo conhecida de longa data a relação entre a estatura atingida pelos indivíduos nas várias idades e o nível de desenvolvimento da sociedade (GOPALAN, 1988).    A relação desnutrição e desenvolvimento cognitivo vêm sendo bastante estudados nos últimos 30 anos, e hoje é possível afirmar que a desnutrição não é causa significativa de fracasso escolar (MS, 2008).    O programa de merenda escolar responsável pelo alcance de 15% das necessidades proteico calóricas da criança não alterou a prevalência do fracasso escolar em 40 anos de existência (MS, 2008).

O principal efeito da desnutrição sobre a criança não se reflete na sua capacidade cognitiva, mas na redução da velocidade de crescimento, até a parada completa do crescimento, em casos extremos (MS, 2008). Moyses & Collares (1997) explicam: a fome é a necessidade básica de alimento que, quando não satisfeita, diminui a disponibilidade de qualquer ser humano para as atividades cotidianas e também para as atividades intelectuais. Porém, uma vez satisfeita a necessidade de alimentação, cessam todos os seus efeitos negativos, sem quaisquer sequelas.  

A falta de alimentação é um dos fatores de maior relevância para o transtorno da aprendizagem. Os estudantes universitários muitas vezes não valorizam a importância da alimentação, ela que determina a boa saúde a capacidade de concentração, aprendizado e memorização, em fim tendo melhor qualidade de vida. A atenção e interesse pela alimentação e nutrição vêm aumentando constantemente. Sua importância é traduzida não só pela preocupação dos professores, mas também pela indústria e dos governos, mas também pelo fato de as Nações U, por meio da Organização Mundial de Saúde (OMS), da Organização das Nações unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e do Fundo de  Socorro a Infância das Nações unidas (UNICEF) ao lado do Banco Mundial, estarem continuamente enfatizando, cada vez mais, o papel da alimentação na estabilidade e no processo sócio – econômico de toda a humanidade.  Dutra (1998).

Uma alimentação deficitária de certos nutrientes vitais para o cérebro pode ser a responsável de muitos comportamentos     estúpidos     e     irresponsáveis.  Se é verdade que a subnutrição crónica, impede a inteligência de se desenvolver, não é menos verdade que a má nutrição (falta de certos nutrientes vitais) prejudica seriamente o cérebro, dificultando a inteligência e o desempenho de funções fundamentais como a memória, a    concentração    e    a    aprendizagem.    A alimentação do cérebro é extraordinariamente importante porque o nosso amadurecimento intelectual e emocional depende, em primeiro lugar, dos nutrientes que as células nervosas e outras que lhe estão associadas receberem, Souza (2000). O juízo crítico, pensar, memorizar, imaginar, ler, ouvir e todas as funções cognitivas que se produzem graças ao cérebro exigem o trabalho simultâneo de milhões de células (neurónios, células gliais, etc) que o constituem. Mas não só: é o cérebro quem comanda ou influencia todas as funções corporais, nomeadamente a pressão sanguínea, o sistema imunitário, os batimentos cardíacos, a respiração, as hormonas, enfim, tudo, Figueredo (2000).   Assim, tão importante como estudar e aprender (que vão alimentar o intelecto e agilizar a mente) é também a alimentação do cérebro onde todas aquelas atividades têm lugar.

RESULTADOS E DISCURSÕES:

1 – A que horas geralmente o transporte leva você para a escola?

Ao analisar os dados observamos que 31, 81% dos alunos se deslocam da localidade próxima de sua moradia através de transporte escolar entre 05:30 e 06: 00 horas, enquanto 57,27% destes realizam essa atividade entre 06:01 e 06:30 horas, notório que apenas 10,90% da amostragem realizam o procedimento entre 06:31 ás 06:50 horas. A distância é fator que gera desgaste, cansaço, desestímulo, irritabilidade associado ao desjejum e a fome vem a afirmar a colocação dos autores (Pollitt, Gersovitz e Gargiulo 1978 apud Moysés, Lima, 1983) de que todo esses denominadores causam dificuldade de aprendizado e desistência aos escolares em todas as idades e níveis socioculturais.

 

2 – Faz ingestão de alimentos antes de ir para a escola?

Em analise observou-se que 49,09% dos alunos fazem ingestão de alimentos antes de ir para a instituição de ensino enquanto 47,27% não realizam essa conduta, chamando atenção para o período prolongado de jejum, sendo esse preocupante partindo da prerrogativa de que criança e adolescente com fome não aprende. Lourenço (2007, p. 23) destaca que o papel da escola deve ser de possibilitar e disponibilizar alternativas alimentares adequadas que se ajustem as necessidades de cada aluno tanto no momento em encontra-se na instituição ou no trajeto da mesma.

 

3 – Você merenda na escola?

Sendo de extrema significância e relevância 88,18% dos pesquisados mere4ndam na escola, enquanto apenas 11,81% não se alimentam da merenda escolar ofertada. A merenda escolar é um elemento motivador da frequência na escola, pois por falta de alimentação em casa, uma boa parte dos alunos freqüenta o ensino público em busca de saciar a fome através da merenda. Faz-se então necessário avaliar a qualidade dessa merenda, já que ela frequentemente representa a única refeição diária de muitas crianças. Dutra (1998).

 

4 – Você sente dificuldade de raciocínio ou de concentração antes do período do intervalo ou recreio?

 

De forma significativa 72,72% dos alunados sentem dificuldades de raciocínio e concentração, vindo a afirmar que a alimentação é imprescindível para qualidade de desenvolvimento e aprendizagem do indivíduo no período escolar. O desenvolvimento do individuo escolar, incluindo altura e peso, ocorre na infância e adolescência e de acordo com a LDB 9394/96, é função do estado dentro da Educação básica promover o desenvolvimento integral do alunado, nos aspectos físico, psicológico, intelectual e social. Isso inclui a responsabilidade da instituição escolar sobre a alimentação de modo geral atendendo todas as necessidades essenciais para todo e qualquer situação cognitiva do educando.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Sabendo que o público estudantil de várias regiões do país encontram dificuldades para se alimentar em suas residências seja por não ter alimento ou devido hábito alimentar e nutricional, a pesquisa vem a demostrar que a alimentação tem papel fundamental e decisivo na vida e no período do estudante, de forma a interferir no processo ensino aprendizagem principalmente relacionado a períodos prolongados de jejum, causando baixo índice de aprendizagem de seus alunos, dificuldades e stress gerado devido fracasso escolar, repetência e desistência de seus alunados. Dessa forma o presente vem a contribuir para intervenção diante de autoridades públicas responsáveis pela alimentação escolar, ressaltando a relevância para atender as necessidades da alimentação escolar dos alunos não somente no período em que o aluno encontra-se dentro do ambiente escolar e também no período do translado para a instituição de ensino, visando aliar-se ao desenvolvimento do discente e ao processo ensino aprendizagem daqueles que estudam nas instituições de ensino

REFERÊNCIAS:

ACCIOLY.E. SAUNDERS, C. LACERDA, E.M. Nutrição em Obstetrícia Pediátrica. 2 ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2004.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases para a Educação Nacional. Lei nº 9394/96, de 20 de dezembro de 1996. Curitiba: SINEPE.

CECCIM, R. B . A merenda escolar na virada do século — agenciamento pedagógico da cidadania. Brasília, ano 15, n.67, jul./set. 1995. Disponível em 20 de maio de 2008.

DULTRA, O., Ciências Naturais,Sarvier ,São Paulo -1998.

FIGUEIREDO, D. J. Noções de Anatomia e Bioquímica, 2º Edição, Isbn, Rio de Janeiro - 2000.

GOPALAN, C., Stunting: significance and implications for public health policy. In: Linear Growth Retardation in Less Developed Countries (J. C. Waterlow, org.), pp. 265-284, New York: Raven Press. (Nestlé Nutrition Workshop Series, 14). 1988.

LOURENÇO, Alice Maria de Souza. Pato Branco: FADEP, 2007. Trabalho de Conclusão de Curso.

 

MATHIAS, A.; SANCHEZ R.P; ANDRADE M.M.M Incentivar Hábitos de Sono Ade- quados: Um Desafio para os Educadores Disponível em:. http://www.unesp.br/prograd/PDFNE2004/artigos/eixo10/incentivarhabitosdosono.pdf Acesso em 02 de abril de 2016.

 

MOYSES, M. A.; COLLARES, C. Desnutrição, fracasso escolar e merenda. In. PATTO, M. H. (Org.) Introdução à psicologia escolar. 2.ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997.

 

MOYSÉS, Maria Aparecida A.; LIMA, Gerson Z. Fracasso escolar, um fenômeno complexo: desnutrição, apenas mais um fator. Pediatria, São Paulo, v. 5, n. 4, p. 263-269, 1983.

 

POLLITT, Ernesto; GERSOVITZ, Mitchell; GARGIULO, Marita. Educational benefits of the United States school feeding program: a critical review of the literature. American Journal of Public Health, n. 68, p. 477-481, 1978.

 

POULAIN, J. P. Sociologias da alimentação: os comedores e o espaço social alimentarFlorianópolis: UFSC, 2004.

 

SAÚDE, M. (2008). FNDE. Acesso em 20 de 05 de 2008, disponível em Programa Nacional de Desenvolvimento da Educação: disponível em: http://www.fnde.gov.br/home/index.jsp?arquivo=dinheiro_direto_escola.html  

 

SOUZA, D.  J. G. Medicina    Psicossomática, Isbn, Rio de Janeiro - 2000.

VALENTE, F. L. S. Fome e desnutrição, Determinantes sociais. 2 ed. São Paulo: Cortez, 1989.

 

 

¹ Bacharel em Nutrição (Faculdade Salesiana de Vitória). Especialista Nutrição Clínica (Universidade Veiga de Almeida). Licenciado em Ciências Biológicas (Fundação Duque de Caxias). Especialista em Docência do Ensino Superior (Faculdade Luso Capixaba). Especialista em Metodologia de Ciências Biológicas (Faculdade Mario Schenberg). Mestre em Ciências da Educação (Unigrendel University).

² Pedagoga (Universidade de Uberaba). Especialista em Gestão Educacional Integrada (Faculdade de Afonso Claudio). Mestranda em Ciências da Educação (Anne Sullivan University). Graduanda em Biomedicina (Faculdade Pio XII).

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