Uma única palavra.

Metafórica.

O modo didascálico a fortiori.

Tem voz ao mundo todo.

Perdeu aquela que o ventou levou.

Melancolicamente.

A personagem que o tempo descaminhou.

Epistemologiza a reflexão.  

Ser homem é um nó preso à garganta.

Imprecatado a contemporaneidade.

Em dar valor as pernas descabidas.

O que é o sonho que fica na imaginação.

Granja-se aos sentimentos.  

Os assombros da vontade.

Irrivalizável itinerário.

O universo inteiro despertou a representação.

Indelevelmente aos assopros.

Se for maior em que o poder reflete apenas.

Com brilho o homem refaz a vida.

Muito pequeno talvez a destinação.

O silêncio do encantamento.

Sequaz seráfico ao mimetismo.

A ternura de um inexorável sorriso.

Cujo símbolo da beleza ficou escondido.

Serodiamente.

Analogia absorta.

Refletiu se vossos olhares.

Idiossincráticos.

As ponderações peremptórias.

Representativas as vossas escolhas.

Professor: Edjar Dias de Vasconcelos.

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