Certo cinismo na alma e no medo, nas ilusões da imaginação.

Que finge completamente o sorriso da representação.

O destino obscuro dos olhares perdidos no delírio das razões.

Tudo que deve ser dito, apenas as recordações.

De tempos imemoriáveis.

A tortura da mente, que mente quando revela a verdade.

A demência dos entendimentos, floridos as perturbações.

As mais absolutas dissimulações.

A alegria que se conserva como se fosse à metafísica dos desejos.

Então que mundo é esse, o outro mundo, as vossas vontades.

A procura da superação dos olhares distantes.

Vivendo a demência da solidão.

No despertar das memórias indeléveis.

Ao tempo incorrigível das escolhas.

Professor: Edjar Dias de Vasconcelos.

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